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domingo, 13 de maio de 2018

[Súmula de Domingo] Dia de Mães - Ana Cristina da Costa


    À minha mãe que cuidou de filhos não paridos e à que não pode.
Eu Sou Diferente!!!!

Havia um castelo no meio do mar
Nele moravam seres engraçados
Tinha uma princesa de cabelos negros
Um menino de pés bem grandes
Um homem com pescoço de metro
E uma mulher com dedos de ferro
Havia uma luz bem forte e um grande radar
Era um castelo de areia branca
Que em noite de lua cheia
Brilhava tanto até cegar
A menina sentava na praia e
via o castelo flutuar
Ele rodopiava, parava e caia sem parar
Ficava ali no fundo guardado da luz do dia
E dos banhos de mar
Quando chegava a noitinha
Reluzia das profundezas com seu ar de encantar
Era uma vez um conto de fadas
Onde a mocinha tinha os dentes tortos
Usava óculos quadrado
Tênis desbotado
E um caderno de anotar
Onde os pais da protagonista
Acordavam cedo para ir trabalhar
E a pobre garotinha
Ia para escola sofrer Bullying
Por não ser uma princesa modelo
Havia um castelo no meio do mar
Onde a menina cansada da trama
Foi com os seres iguais morar.
Ana Cristina Costa
Vamos comemorar o dia em que os valores mudaram, pois vivemos tempos multifacetados e enquanto alguns ficaram parados no tempo, outros tantos andaram lado a lado com as mudanças.
Sabemos que por muito tempo estivemos, embora soubéssemos, omissos aos novos modelos de famílias, mas hoje com tanta corrente, leis e apelos sociais, já podemos participar e respeitar a todos os conjuntos de pessoas morando sob o mesmo teto, gente ensinando gente.
Os modelos são protótipos a serem seguidos ou não e se passa um longo tempo até que se enxerguem as falhas e ou as imposições baseadas em hábitos arcaicos e dêmodes, mas uma única coisa é e sempre será atual, o amor, este mesmo que em sua atmosfera envolva apenas duas pessoas e estas constituam uma família, ainda assim ele será a mola propulsora desta nomenclatura.
Hoje em comemoração ao Dia das Mães parabenizamos a todos aqueles engajados em construir uma família embasada em amor, portanto os modelos de mães e pais acompanharam igualmente o frenesi concernente à época. Bravo, aplausos a essas pessoas altruístas que deixam de comer, deixam de pensar em si mesmo, que não dormem direito à noite, que passam a ser o outro dando continuidade à vida protegendo o novo ser.
Parabéns aos educadores de gente, mães, pãe, mães duplas, pais duplos, avós mães, avôs pais, tios pais, tias mães, irmãos pai e mãe, um feliz dia a todos com muita paz e amor.
Por; Ana Cristina da Costa
Imagem extraída Google

domingo, 14 de maio de 2017

[Súmula de Domingo] Mãe, De Amor e Paixão!!!- Ana Cristina da Costa

Vou falar de amor, mas também de paixão.

É claro que fazem a separação dos sentidos, dos sentimentos, afinal, quantas e quantas vezes nos apaixonamos na vida? E quantos são os alvos do nosso maior sentimento chamado amor?

Bem embora façam a distinção eu aqui vou na contramão, na via que atesta o paralelo e vou dizer porquê.

O que é o amor senão o nascido de uma paixão?

Quando nos colocamos mediante o objeto querido, desejado seja ele o próprio objeto no sentido real, nós o almejamos de uma forma tão profunda, tão eloquente que quando estamos próximos, de posse e de fato, nós o amamos.

E quando este objeto do desejo é uma pessoa, quando sentimos saudades da voz, da presença, quando nossos pensamentos são todos para ela, quando não conseguimos enxergar nossa vida sem ela? É paixão ou amor? Você pode me dizer que se for um parceiro, é paixão, se disser que é um irmão, um amigo, parente, e filho então, dirá que é amor com certeza.

Posso dizer que o amor é um labirinto onde cruzamos a todo tempo com as diferenças que há na pessoa amada, muitas vezes nos encontramos até conosco neste caminho tortuoso da vida e aí nos vemos em nossas ações ao lado do outro, nos vemos ridículos e nos punimos por isso, por tê-la feito sofrer tanto a custa de nossas vontades e exasperações.

Mas tomamos como advogado de defesa o pobre e indefeso amor, aquele que foi intitulado e criado para somente fazer o bem, jogar pétalas de flores e esboçar sorrisos.

Ele é o amor com sua mala cheia de coisinhas, detalhezinhos que o conferem o título do senhor apaziguador de todas as relações. O que consegue fazer perdoar e conviver por dias à fio, um ao lado do outro.

Já a pobre paixão alvo de tantas e tantas discussões, a culpada de causar uma forte atração e ou uma traição, - ah! Era só paixão, amor é daquele que está sempre ao lado da pessoa, do companheiro.

Sou a favor dos sentimentos, todos aqueles que trazem uma satisfação. A paixão embora crucificada, é um sentimento intrínseco do ser humano, pois somos volúveis por natureza, interesseiros por natureza e nunca estamos satisfeitos com nada para a vida inteira, basta um deslize da felicidade para que as portas se abram por completo à paixão. Sua efemeridade não lhe expulsa do paraíso, apenas lhe confere o título de elixir da juventude.

O amor, este velho senhor, o certinho, comedido e comportado sentimento capaz de comparecer à todas as instancias da sociedade, tem sua livre passagem, pois não ridiculariza ninguém.

Que dirá do amor de mãe e filho, filho e mãe, este incomensurável sentimento, este ardor a mola propulsora da humanidade, é o maior dos sentimentos, o mais puro e duradouro.

Por conta dele, o amor, é que neste domingo muitas pessoas independentemente de sua condição familiar, comemorará O Dia das Mães, porque mãe como disse há pouco, mãe é um ser ao qual podemos imputar amor e paixão e porque não?

Por: Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Google.
Trailer do filme: Um dia de mãe
https://www.youtube.com/watch?v=vsXrjOr0iAI