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domingo, 1 de outubro de 2017

[Súmula de Domingo] Causar Impacto – Ana Cristina da Costa

“A arte pode ser também definida como algo inerente ao ser humano, feito por artistas a partir de um senso estético, com o objetivo de despertar e estimular o interesse da consciência de um ou mais espectadores, além de causar algum efeito. Cada expressão artística possui significado único e diferente.” http://historia-da-arte.info/o-que-e-arte.html neste sentido, entendemos a arte.

Entendemos também que causar impacto não significa escandalizar, tornar nossas ideias e sentidos confusos, por não sabermos mais onde moramos e em que planeta vivemos, por não termos mais referências e exemplos de quem seguir. Estamos regredindo.

Entendemos também que criança é um ser em construção, que dela depende o futuro de qualquer nação, que ela deve ser protegida, instruída, acolhida e respeitada e principalmente ensinada que mundo de adulto é mundo de adulto. Ser criança é sonhar com o impossível, com o mundo mais tranquilo e colorido e diversificado, é dormir e acordar deslumbrada com o imaginário sem ferir sua integridade infantil. Embora digam mais tarde que existem as mensagens subliminares, será que a criança vê as mensagens se elas realmente existem?

Uma coisa é seu filho, na liberdade da sua casa, conviver com os pais, os irmãos e dentro dela aprender sobre a sexualidade em idade determinada e de maneira menos agressiva, na doçura das palavras dos pais, outra é expor essas crianças a conteúdos incoerentes, inoportunos, grotescos, a isso se dá o nome de pedofilia, é crime.

Eu faço arte, eu faço teatro e cinema e escrevo e leio e construo coisas, tenho as mãos produtivas, amo meus artesanatos, é certo que minha direção é na maioria das vezes para o adulto, mas quando me reporto ao infantil minha postura é outra, minhas palavras são outras.

Não somos imbecis, entendemos a arte, por mais que ela se coloque em patamares absurdamente ininteligíveis, entendemos que há muitos nus em estátuas, em quadros em exposições mundo à fora e entendemos que você jamais levaria o seu pequeno a uma exposição de obras de arte onde o sexo é exposto, entendemos que é um escândalo tudo aquilo que foge ao natural ao rotineiro ao que estamos acostumados e que o mundo da criança deve ficar sempre no mesmo patamar de infantil do contrário para que o adjetivo? Para que as classes, as sociedades, as faixas etárias, juntemos tudo numa anarquia só e pronto, inventemos outro nome para toda essa balbúrdia.

Eu faço arte e estou boquiaberta com o que está acontecendo por aí à fora, sinceridade, não entendo o motivo de inserir sempre a criança na sexualidade, não entendo músicas tratando-as de novinhas, não entendo o cunho vexatório e escrachado, essas pessoas, ou não terão filhos, ou as terão e as colocarão em museus juntamente com débeis, o que é uma atrocidade.

Criança é criança e ponto. Ela não é um mini adulto, embora tenha uma inteligência fora dos padrões dos pais, dos avós, ela é uma criança, com seu corpinho frágil e indefeso para todo o tipo de atrocidades e por isso mesmo ela deve ser protegida, porque não sabe discernir as coisas.

Uma nação que trata o seu futuro (crianças) dessa maneira permitindo abusos, sendo que essa mesma nação formulou LEIS para protegê-las, montou Estatuto (ECA), faz campanha contra a pedofilia, monta REDE de alta tecnologia para caçar os bruxos, não merece RESPEITO.

Meu Brasil mostre a sua cara, mas aquela que gostaríamos de ver, que é a versão da MORAL E DOS BONS COSTUMES.
O discurso não é moralista, ele é apartidário, não é discriminatório nem preconceituoso, é um discurso de cidadão cansado de tanto escracho.
Os meus netos estão crescendo, o que eles verão nos museus?
Aproximamo-nos do dia das crianças, cuidemos e presenteamo-las com o que há de melhor, brinquedos e amor.

Ana Cristina da Costa.
Imagem extraída do Pinterest.
Indicação de filmes:

O Outro Lado do Céu
https://www.youtube.com/watch?v=hpAi-6nYxBg

A Borboleta Azul
https://www.youtube.com/watch?v=X6NeobjXasE









domingo, 3 de setembro de 2017

[Súmula de Domingo] A Moral e os Bons Costumes – Ana Cristina da Costa.

Talvez hoje eu esbarre em algum defensor desta máxima, afinal é o boom da vez discutir sobre o que é ou não errado, o que devemos ou não fazer para ferir ou não a sociedade e ou uma classe de pensamentos defensores desta ou outras práticas adversas.
Mas hoje vou falar sobre as boas práticas, essas que desde que o mundo é mundo tem dado muito certo porque somos de uma mesma espécie e queremos quase sempre as mesmas coisas no que se refere aos limites. Queremos e gritamos por respeito, mas geralmente a hipocrisia nos acompanha, pois é quase raro olharmos para o nosso umbigo, e olhe ele fica no centro do corpo e, diga-se de passagem, muita gente nem o lava. Então para cobrarmos se esta ou outra prática estão ou não erradas vamos analisa-las pelos parâmetros legais e ou por sua lógica.
Discutimos hoje o absurdo da prática de uma pessoa a qual podemos considerar com desvio comportamental por não saber e ou não ter a consciência de que a prática sexual em público é crime, reza no Código Penal Brasileiro:
CAPÍTULO VI
DO ULTRAJE PÚBLICO AO PUDOR
Ato obsceno
Art. 233 - Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena - detenção, de três meses a um ano, ou multa.

Uma pessoa em condições mentais normais jamais praticaria o ato tantas vezes e em cenários comuns à vontade doentia com tanta desenvoltura e liberdade que o cidadão dos episódios executados no ônibus, ele já tem a prática e por ela almeja porque nossas leis ou não são respeitadas e ou não são enfáticas e claras.
Como disse anteriormente, somos hipócritas em questionar um seio posto à mostra cujo é o invólucro do alimento universalmente o melhor e mais saudável e o mais indicado e dito por todos os médicos, diga-se de passagem o colostro, o que traz um pacote de imunidade, para os bebês, salvo as mães impedidas por doenças contagiosas e ou por insuficiência no seu fabrico. Tenho uma leve desconfiança de que tratamos aqui de um crime de discriminação às mulheres quando são impedidas de alimentar o ser humano em publico. Mas vou terminar este deixando a vocês uma questão, o que é ou não moral, o que devemos ou não praticar em público, vivemos em sociedade, então pense um pouco.
O que chama a atenção é que um ato de atentado ao pudor não é visto como um estupro e o acusado foi liberto, pois o juiz não pensa nas vítimas, deixando transparecer que ejacular nos outros, em público ,é permitido, enquanto uma mãe que deixa seu seio a mostra para amamentar seu filho é condenada pelos olhares à sua volta.

As questões socráticas inauguram a ética ou filosofia moral porque definem o campo no qual valores e obrigações morais podem ser estabelecidos pela determinação de seu ponto de partida: a consciência do agente moral. É sujeito ético ou moral somente aquele que sabe o que faz, conhece as causas e os fins de sua ação, o significado de suas intenções e de suas atitudes e a essência dos valores morais. Sócrates afirma que apenas o ignorante é vicioso ou incapaz de virtude, pois quem sabe o que é bem não poderá deixar de agir virtuosamente. https://athenateu.blogspot.com.br/2014/02/a-filosofia-moral-parte-1.html
Por: Ana Cristina da Costa
Imagem extraída do Pinterest.
Encontrei esta página no Facebook, ainda não testei, mas já estou de olho em alguns filmes espero que seja confiável. /www.facebook.com/filmesagoraonlinegratis/

Um abraço a todos e um bom dia em família.