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sexta-feira, 21 de junho de 2019

[Entre nó(s)] Ninguém é melhor e nem pior do que você - Davyd Vinicius



Nos últimos dias eu tenho estado muito atento aos atos e palavras das pessoas, e também, tenho ficado muito triste com algumas delas.
As vezes as pessoas dizem ou fazem coisas sem querer (As vezes) e quando é sem querer, a gente até releva. Mas há certas coisas que machucam, há coisas que para quem diz/faz não tem peso nenhum, mas para quem "recebe" o peso torna-se algo quase insuportável.
Não subestime NINGUÉM pela sua condição, seja ela qual for e principalmente, atente-se a suas palavras! Uma palavra possui um peso muito grande e que você não sabe se quem irá recebê-la poderá aguentar ou como à irá carregar.
Preste atenção! Ninguém é melhor e nem pior que você!


Entre nó(s), para desatarmos as angústias dos nossos corações, revelarmos o mais intimo de nossos seres. Aprendermos a fazer morada em nossos corpos e lidarmos com aquilo que chamamos de sentimento, acessarmos o canto mais profundo e escuro de nossos nó(s).

sexta-feira, 7 de junho de 2019

[Entre nó(s)] Ninguém nunca disse que seria fácil - Davyd Vinicius



Ninguém nunca disse que seria fácil...
 Tudo que eu "conquistei" até hoje, é fruto de muito trabalho e persistência, seja como escritor, blogueiro ou na minha vida pessoal. E quando eu digo que "conquistei", não quero dizer que já "possuo" aquilo que buscava, mas sim que continuo em um processo de "conquista".
 Pra quem não sabe, eu sou blogueiro há 3 anos e escritor há 5, e nem de longe estou perto de ter conquistado aquilo que todo blogueiro ou todo escritor precisa para se tornar "pleno" em seu trabalho.
Quando digo que "conquistei", me refiro a tudo o que consegui ao longo desses anos. Graças a Deus, hoje posso dizer que meu "trabalho" não é o mesmo de quando comecei, pois graças a meu "esforço", "conquistei" diversas coisas.
 Hoje meu blog tem uma média de 6 á 10 mil acessos por mês, o que é pouco comparado com outros. Mas veja só, eu levei cerca de 3 anos para "conquistar" um publico que hoje o reconhece.
 Como escritor, eu levei 5 anos para ter um livro pronto e mesmo assim "trabalhei" nele por volta de 2 anos. Tive também meus poemas publicados por diversas revistas nacionais e internacionais, sites e blogs, além de ter me tornado membro da Academia Virtual de Letras. Nada disso foi fácil, eu passei muito tempo divulgando e me fazendo "visível" e mesmo assim, muita gente nem se importava.
 Tudo isso foi um processo, um "trabalho de formiguinha" que continua até hoje e que eu acho que nunca vai parar.
 Por inúmeras vezes eu quis e ainda quero desistir, é tão mais fácil abrir mão das coisas não é? E eu não penso só em desistir quando as coisas não estão indo tão bem, há vezes que tudo está maravilhosamente bem, tudo dando certo, mas a carga de trabalho acaba sendo tão intensa que eu acabo pensando "Seria tão melhor se eu não tivesse nada para fazer", e durante alguns dias pode até ser que seja, mas e depois? Essas coisas são a minha vida, são aquilo que eu amo fazer, o que me dá prazer mesmo com seus altos e baixos.
 É aí que respondo minha pergunta "É tão mais fácil desistir das coisas, não é?" Não! Esse "trabalho" depende de mim e eu "dependo" dele, se eu simplesmente abrisse mão dele, eu deixaria de ser eu... E tudo o que foi "conquistado" até aqui? E todo o "esforço"?
 Claro, se eu seguir em frente nada vai mudar, ainda terão altos e baixos e também os dias em que eu vou querer desistir, mas a cada dia eu poderei "conquistar" mais e mais frutos desse trabalho. E quando nos tornamos "plenos"?  Eu realmente não sei, mas acredito que quando passamos a entender que desistir não é a melhor solução. Lembre-se "A persistência nos leva a perfeição"!

 (Davyd Vinicius - 2017)

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sexta-feira, 31 de maio de 2019

[Entre nó(s)] Torne-se uma pessoa chata! - Davyd Vinicius



As vezes eu acho que com o passar dos anos, eu estou me tornando uma pessoa chata.
Mas não simplesmente chato com as pessoas ou com as coisas, eu estou chato com o mundo. E sabe por quê?
Porque passei a prestar atenção em mim, nas coisas, nas pessoas e no mundo, aprendi o que era certo, quais eram os meus direitos quanto pessoa, cidadão e sociedade. Mudei, cresci, aprendi, quebrei preconceitos e também aprendi a lidar com eles. Eu fiquei chato sim! Não pra mim, mas para o mundo, pois agora eu sei qual é o meu devido lugar.
Por muitas vezes as pessoas não se dão conta disso, do direito delas de serem quem realmente são. Estamos tão alienados a agradar uma sociedade, a seguir um padrão que por muitas e muitas vezes esquecemos de agradar a nós mesmos, de saber quais são os nossos direitos para com nós mesmos e com os outros.
Nós temos que nos tornar pessoas chatas sim! Nós temos que brigar e ensinar uns para os outros o quanto podemos crescer como ser humano a partir de uma mudança de pensamento.
E quando falo em brigar, não digo em se ater apenas ao que você acredita, mas sim tornar-se uma pessoa consciente de qual é a verdadeira razão. De saber que você está aqui para aprender, ensinar e principalmente para melhorar, você, as pessoas e o mundo.


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sexta-feira, 24 de maio de 2019

[Entre nó(s)] Tudo aquilo que constitui você - Davyd Vinicius



Sorrir, chorar, degustar e odiar os prazeres da vida, sentir que cresceu em um ano o que não havia crescido a vida toda. Acho que me tornei adulto ou estou bem perto disso.
Sinto que sou uma confusão ambulante, sinto que seguro nos braços o peso que não imaginei poder aguentar e o pior é que eu estou agora, bem aonde eu queria estar.
Depressões, angústias, birras, eu só queria que alguém me entendesse, eu só queria poder me entender. Eu só quero um pouco de atenção, porque sou um pouco carente, mas talvez a solidão seja a melhor opção,
não pra mim, pra eles.
Eu encontrei em você boa parte de mim, e só eu sei o tamanho desse sentimento aqui, porque embora pareça tão pouco ainda é muito maior do que qualquer coisa que eu pudesse imaginar. Eu sou tão frágil,
tão inocente, eu tenho tanto medo talvez eu ainda pareça um menino, talvez eu ainda seja um menino, aquele que ama você e sabe porquê? Porque você foi a melhor coisa que já me aconteceu.
É engraçado não é? Eu aqui morrendo de medo, me matando com as minhas fragilidades; É engraçado não é? Eu aqui colocando todo esse peso em cima de você, brincando de poeta clássico, dizendo que é o melhor
que eu posso ter. Mas não me leve a mal, acho que eu não me apaixonei por você, eu me apaixonei por cada detalhe que constrói tudo isso que é te amar.
Cada detalhe, sua pele, seu jeito, seu cheiro, a forma como me faz sorrir das coisas mais bestas e mais adoráveis. Você se tornou o meu mundo e quando eu estou ao seu lado nada mais importa, nada além
disso tudo que me faz suspirar.

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

[Entre nós(s)] O quanto de nós é nosso? - Davyd Vinicius



É que na verdade se você não faz o que eles querem, eles esquecem você, porque acham que sabem mais da sua vida que você mesmo. Nós somos manipulados a todo instante por algo ou por alguém. Devemos tomar uma decisão a cada 5 minutos, vivemos em um jogo de corda bamba para agradar alguém.

Nós somos reféns dessa sociedade que nos influencia a todo tempo, desde que nascemos. E quanto de nós é nosso mesmo? Será que não somos apenas uma cópia barata de tudo aquilo que nos moldou? Na verdade eu acho que a séculos não existe ninguém realmente autentico. Nós somos o nosso meio, as coisas, as pessoas, e se as pessoas moldam as coisas do seu modo, o que realmente é o que deveria ser? Tudo é uma grande representação daquilo que algum influenciado influenciou.

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domingo, 28 de abril de 2019

[Entre nó(s)] Bom menino - Davyd Vinicius



Seria completamente impossível que isso saísse pela minha boca, logo eu que sempre fui um bom menino e até aonde eu sei, bons meninos não odeiam ninguém.
Talvez eu já esteja condenado a viver com esses cacos aqui por dentro e eles me machuquem cada vez que você fala dele. Eu sei que sou idiota de mais, trouxa de mais por me
submeter a essa situação. Na verdade, eu acho que de nada mais me adianta ser um bom menino se eu jamais serei o bastante.
Espero que as suas noites com ele sejam boas, espero que antes de dormir Deus possa tirar um tempinho pra me escutar. Eu prometo chorar baixinho, mesmo minha vontade sendo
apenas de querer gritar.
  
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sexta-feira, 12 de abril de 2019

[Entre nó(s)] Não desejo - Davyd Vinicius





São cinco da manhã e meus olhos estão tão despertos quanto um farol em meio a tempestade. O meu coração dói, como as solas dos meus pés junto as brasas. Eu jamais desejaria
essa dor a qualquer ser que
habita essa terra. Eu jamais desejaria essa falta a qualquer coração em pleno funcionamento.
Eu perdi minha cabeça e tudo o que chamam de sanidade, sinto o meu corpo pela metade, uma metade dolorosa e solitária. As minhas lágrimas encharcam o travesseiro e a cama onde
o sono não consegue repousar.
Essas lembranças esmagam o resto que sobrou desse ser que um dia você amou. Agora tenho duas estradas para escolher, aquela aonde não há nada, apenas o chão por onde caminharei
solitário, ou o abismo e
o resto das memórias que você deixou.


(Davyd Vinicius)

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sexta-feira, 29 de março de 2019

[Entre nó(s)] Lide com isso - Davyd Vinicius





Acho incrível a capacidade das pessoas fazerem merda e acharem que tudo vai ficar bem com um simples pedido de desculpas.
Até existe um certo ponto de aceitação para desculpar, você desculpa uma ou duas vezes, mas mesmo assim o erro persiste e a pessoa vem como se nada tivesse acontecido e tenta apagar tudo com um "desculpa".
Desculpa o caralho, tá achando que eu sou trouxa pra ficar aqui perdoando suas idiotices o resto da minha vida? E você, se preocupou em tentar não me deixar mal? Obviamente que não.
E as horas que eu passei me preocupando, me importando e você não estava nem aí, eu sou uma pessoa de carne e osso, eu tenho sentimentos, eu tenho emoções e por mais que você não se importe, eles estão
aqui e estão sendo afetados por você!
Mas tudo bem, deve ser como você diz, eu devo estar alterado, eu devo estar problemático, devo ser o doido... Se bem que nada disso importa, pois agora eu vou te pedir desculpas e vai ficar tudo bem.
Lide com isso meu bem, porque eu não vou te desculpar!
(Davyd Vinicius)


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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

[Entre nó(s)] Feliz melancolia - Luis Gustavo




Paira sobre mim uma melancolia estranha. Oculta no ar parado e quente que vigora nesse instante, ela toma meu coração fazendo-me cavalgar em inexplicáveis saudades, me deixando tenso como o arco quando impele a flecha ao alvo.
Me levo através de tal sensação até sentir a psicológica capa de ansiedade me envolver, o que torna essa imobilidade física mais profunda ainda.
O mais estranho de tudo, é que paradoxalmente uma felicidade doída corrói minhas entranhas, sendo esta reflexo do calor convidativo que se insinua sussurrando promessas de novidades com requintadas mudanças.
Continuo nesse galope sentimental e irracional sem compreender como afinal de contas vocês podem conviver em tal conformidade em minha alma!
Como sinto vocês duas, Melancolia e felicidade sendo complementares uma a outra para a forja desse inspirador momento?
Porque sim, vocês pintam diante de mim um quadro raro onde a sutileza cinza e o sorriso galante ocupam o mesmo espaço, onde a saudade canta jovial e bela, pois traz em si a sombra da luz matinal de uma primaveril alegria!
Não me recordo de ter sentido tal paradoxo antes, mas se o senti deixei vagar longe, o que não o faço agora. Deixo vocês me guiarem junto com as suaves canções que embalam meu coração nesse tal galope, com a sensação da paixão antiga mas recente prometendo o que já mais poderá cumprir por si mesma.
Nesse meio tempo, a noite corre com seus sonhos, mistérios, belezas, tragédias, enquanto escrevo essas linhas em companhia de músicas clássicas, conduzindo minha alma.
Meu corpo paralelamente suporta a tudo isso quase imóvel, por não poder comungar com o real universo que pulsa em mim nesse melancólico mas feliz instante!

Análise

O texto construído através das metáforas, nos apresenta uma gama de sensações e descrições. Desenhado minuciosamente pelo autor, nos converge a uma imersão de suas sensações físicas e emocionais.

"Paira sobre mim uma melancolia estranha. Oculta no ar parado e quente que vigora nesse instante"

No trecho a cima podemos notar duas características, uma emocional e outra física, a melancolia e o ar quente. Nesse caso, percebemos que a "melancolia", não vem como algo negativo, mas sim como o motor propulsor para outras sensações e sentimentos que podemos ver no trecho abaixo:

"ela toma meu coração fazendo-me cavalgar em inexplicáveis saudades, me deixando tenso como o arco quando impele a flecha ao alvo."

No trecho a cima, podemos notar que ela foi a responsável por despertar as memórias do autor, aparentemente de uma forma negativa, o que não se confirma no decorrer do texto.

"Me levo através de tal sensação até sentir a psicológica capa de ansiedade me envolver, o que torna essa imobilidade física mais profunda ainda."

Aqui temos novamente, sensações emocionais que refletem no físico, a melancolia adjunta da ansiedade que só reforça esse "sentir" físico.

"O mais estranho de tudo, é que paradoxalmente uma felicidade doída corrói minhas entranhas, sendo esta reflexo do calor convidativo que se insinua sussurrando promessas de novidades com requintadas mudanças."

Aqui temos o reflexo das memórias citadas acima. Boas memórias e ouso arriscar uma certa nostalgia, a ânsia por viver novamente aquilo. Temos também, o emocional e o físico, a felicidade que corrói as entranhas (nesse trecho fica explícito a brincadeira do autor com relação ao físico e o intangível) e logo o calor que também pode ser uma brincadeira com o ambiente e aquilo que desperta o desejo pelas novidades.

"(...) Porque sim, vocês pintam diante de mim um quadro raro onde a sutileza cinza e o sorriso galante ocupam o mesmo espaço, onde a saudade canta jovial e bela, pois traz em si a sombra da luz matinal de uma primaveril alegria!"

Nesse trecho, podemos ver o forte indício das nostalgias do autor, da melancolia pelo o que não vai mais voltar e da felicidade pelo o que foi vivido e pelo o que está por vir.

"Deixo vocês me guiarem junto com as suaves canções que embalam meu coração nesse tal galope, com a sensação da paixão antiga mas recente prometendo o que já mais poderá cumprir por si mesma."

Na linha acima, temos indícios do que pode ser a tal "nostalgia" e "saudade" do autor.

"Nesse meio tempo, a noite corre com seus sonhos, mistérios, belezas, tragédias, enquanto escrevo essas linhas em companhia de músicas clássicas, conduzindo minha alma.
Meu corpo paralelamente suporta a tudo isso quase imóvel, por não poder comungar com o real universo que pulsa em mim nesse melancólico mas feliz instante!"

Já aqui, temos uma noção de tempo, onde nos é revelado, que todas sensações e sentimentos estão sendo motivados por músicas clássicas. A forma como o autor é afetado por isso, a forma como é motivado a transpor tudo aquilo que está o envolvendo sinestesicamente, ou seja sentimentalmente e fisicamente. A forma como seu corpo reage a cada uma dessas sensações, saudade, ansiedade, felicidade e melancolia.
Felicidade e melancolia, dois polos opostos que funcionam juntos, como uma pilha, uma bateria, que são a fonte energética para que algo mantenha-se em pleno funcionamento.

O texto é uma bela construção metafórica do autor, achei muito incrível como cada sensação é desenhada por ele através da sinestesia.
As metáforas me parecem muito bem encaixadas, nos fazendo mergulhar em cada sentimento, como em um quebra-cabeça onde cada uma das peças nos revelam um pouco mais da imagem.
Meus parabéns Luis!

Lembrando que essa é uma análise simples que faço, pois nunca fiz nenhuma análise antes, então peço que deixem suas considerações para que eu possa sempre melhorar.
Deixe sua opinião também sobre o texto do autor.
Agradeço imensamente ao Luis pelo envio do texto e claro, a todos que tiraram um tempinho para ler. Nos vemos em breve com mais um texto para desatar os nossos nó(S).
Davyd Vinicius.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

[Entre nó(s)] Eu nunca aprendi amar - Davyd Vinicius



Nos últimos tempos eu me tornei uma péssima pessoa... A verdade é que eu nem sei mais quem eu me tornei, só o que sei é que tenho feito tudo errado, mesmo tentando fazer tudo certo. Há vezes que eu penso que me tornei um monstro, egoísta, egocêntrico, desumano. Dou risada de coisas ruins, sou mal com as pessoas que amo, as vezes eu não me importo. O pior de tudo é que eu sempre estive aqui, a disposição de todos, fazendo o meu melhor, aquele que parece que nunca chegou perto de ser o bastante.
As vezes a gente só quer um pouco de carinho, de atenção, as vezes eu acho que nunca cresci, que ainda sou uma criança birrenta tentando entender o mundo. Eu nunca quis ser um modelo, nem um exemplo de bom garoto, tudo que quero é que as coisas sejam feitas da forma correta e diante de cada erro, eu me torno uma péssima pessoa.
Eu sempre achei que eu conhecia o amor, mas quando realmente isso aconteceu, pude ver que as coisas não são tão bonitas assim, eu nunca entendi os meus sentimentos e quem
dirá de uma outra pessoa. Tem dias que eu só quero chorar, outros que eu só quero um pouco de paz... Mas o que eu quero realmente, é só um pouco de felicidade.
Eu não quero ser uma pessoa ruim, mas eu também não deveria me importar com o que os outros dizem sobre mim, só que é impossível não me importar, eu tenho um coração e mais do que isso, eu tenho sentimentos.
Me desculpem amigos, me desculpe família, mas eu sou um poeta, e acho que nunca aprendi a amar.

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