Mostrando postagens com marcador O futuro da literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O futuro da literatura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de julho de 2018

[O futuro da Literatura] Djamila Ribeiro


Djamila: Um expoente negro!







Minha luta diária é para ser reconhecida como sujeito, 
impor minha existência numa sociedade que insiste em negá-la.


Djamila Ribeiro

Djamila Taís Ribeiro dos Santos (Santos, 1 de agosto de 1980) é uma feminista e acadêmica brasileira. É pesquisadora e mestre em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Tornou-se conhecida no país por seu ativismo na internet.

Iniciou o contato com a militância ainda na infância. Uma das grandes influências foi o pai, estivador, militante e comunista, um homem que mesmo com pouco estudo formal, era culto. O nome Djamila, de origem africana, foi uma escolha dele. Aos 18 anos se envolveu com a Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, e passou a estudar temas relacionados a gênero e raça. 

Graduou-se em Filosofia pela Unifesp, em 2012, e tornou-se mestre em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Em 2005, interrompeu uma graduação em Jornalismo. Suas principais atuações são nos seguintes temas: relações raciais e de gênero e feminismo. É colunista online da CartaCapital, Blogueiras Negras e Revista Azmina e possui forte presença no ambiente digital, pois acredita que é importante apropriar a internet como uma ferramenta na militância das mulheres negras, já que, segundo Djamila, a "mídia hegemônica" costuma invisibilizá-las.

Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad.

Escreveu o prefácio do livro "Mulheres, raça e classe" da filósofa negra e feminista Angela Davis, obra inédita no Brasil e que foi traduzida e lançada em setembro de 2015. Participa constantemente de eventos, documentários e outras ações que envolvam debates de raça e gênero.

Obras

  • O que é lugar de fala? (2017): o livro aborda a urgência pela quebra dos silêncios instituídos, trazendo também ao conhecimento do público produções intelectuais de mulheres negras ao longo da história.
  • Quem tem medo do feminismo negro? (2018)

Fonte:Wikipedia

segunda-feira, 4 de junho de 2018

[O futuro da Literatura] Simone Moisés






"[...] É que quando não consigo dizer
Eu...Escrevo! 
Não é porque eu seja aoenss romântica ou idealista demais,
é que as palavras insistem em transbordar meus pensamentos, 
deve ser porque acredito na força que ela têm. 
Só pode!

Eu: SyMoises"


Morena, linda e sensual! Professora, poeta, escritora, mãe, esposa... Letrada de alma e de profissão! Ela nasceu para as palavras e por meio delas. 

Simone Moisés é Psicopedagoga do Estado de São Paulo, Revisora Textual na empresa Imaginie e Secretária na ONG Amigos Da Solidariedade ' Zona lesta, Paulista em todos os aspectos dedica todo o seu conhecimento em paixão por toda São Paulo a cidade em que a escolheu para ser filha e mestre.

Detentora de inúmeros certificados e louvores acadêmicos, ela também é autora de inúmeros livros, como também participou de muitas antologias poéticas. Essas são suas obras: Livro - Poesia em movimento; livro solo - Diário de uma professora - sentimentos escritos; Livro - Trajetórias e vivências; Livro - Eles e elas aquecendo palavras; Antologia encontro di versos; Antologia - Mãos aos versos; livros - Eles e elas nas linhas do amore do desejo.

Sy moisés (nome em que adotou como escritora), sabe bem quem é, e é incisiva no seu olhar sobre si.

"É assim q eu me imagino:  BATALHADORA,  LINDA, PODEROSA, DIVERTIDA,  MARCANTE, COMPANHEIRA, PROVOCANTE, HONESTA, INESQUECÍVEL, BRILHANTE
INTELIGENTE, TRANSPARENTE, COBIÇADA, LEAL, INVEJADA,  FEMININA, DESEJADA, CORAJOSA E... SIMPLESMENTE E INDISCUTIVELMENTE
VENCEDORA SEMPRE!!"




Mariane Helena

segunda-feira, 28 de maio de 2018

[O futuro da literatura] Cezar Ubaldo de Oliveira Araujo

Cezar Ubaldo: Eloquente professor







"A noite é devagar 
entre vazios uma melodia é silenciada 
e depois o próprio mar acaba navegando 
e tudo acaba".

Cezar Ubaldo



Cezar Ubaldo de Oliveira Araújo, é baiano de Feira de Santana, é Professor por formação média e superior em Pedagogia e Filosofia, palestrante, diretor teatral, escritor, poeta, Articulista de jornais eletrônicosAdmirador da Musica e da Dança, desde a adolescência e atuante de forma intensa  vida cultural da sua cidade.

Ele também é o autor dos livros: Das Liberdades do Homem e Poemas de Bem-querer e Outros Quereres. Presente em quatro edições das Seletas da Editoras Pimenta Malagueta: Traços e Compassos, Panorama da Literatura Brasileira, Verseja Brasil e a atual Sobre as Infâncias.

Não apenas nos locais citados acima, seus escritos foram muito além! Estão presentes das  quatro edições da Revista Stitientibus, da Universidade Estadual de Feira de Santana-UEFS. Presente na Revista HERA, em comemoração aos vinte anos da revista. Tem sua marca tamna  na edição 14 do Projeto Contos Fantásticos, Rio de Janeiro. Como tammbem sua presença registrada no livro do poeta e professor mineiro Bruno Rezende Ramos:Negro,Mulato e Mestiço:o que é isso?

Cesar está no Dicionário de Escritores Contemporâneos da Bahia, oordenado pelo jornalista e poeta Carlos Yeshua. Co-autor do Projeto Poesia XXI, ao lado dos poetas Marcel Franco e Vânia Lopez.

Como podemos constatar sua vida é e sempre foi banhada de literatura o que o fez membro das Instituições: Academia de Cultura e Artes da Bahia, Academia Virtual de Artes Literárias e Poetas del Mundo. Membro dos portais literários: CEN, Recanto das Letras, Luso-Poemas, Autores.com.br; SEMANAVM, Essência Poética, Coração Falando entre outros.

Diretor Teatral,tendo assumido a direção de peças como O Jogo dos Bonecos de Carne(premiado), As Criadas, de Gean Genet, O Marinheiro, de Fernando Pessoa, O Cão Siamês de Alzira Power, O Assalto,entre outras. Autor de O Jogo dos bonecos de Carne,A Ceia dos Inocentes.As duas cidades,o Rei Leão(infantil),entre outros.

Por todos esses atributos e contribuição para literatura nacional, que Cezar ganha destaque e relevância no FUTURO DA LITERATURA.



Mariane Helena










segunda-feira, 23 de abril de 2018

[O futuro da literatura] Diego Sant'ana


Um fantástico possível: Diego Sant’Anna 




"A riqueza está nas ideias dos mundos inspirados."

Diego Sant’Anna 

Nascido em São José dos Campos, interior do estado de São Paulo, Diego Sant’Anna formado em Letras e especializou-se em Filosofia Moderna e Poética pela USP. Atualmente tem 30 anos, e desses, 6 dedicados a literatura. 

Diego tem 3 irmãos vivos, um metalúrgico, um confeiteiro e uma irmã adolescente. Mas também tem um quarto irmão que faleceu aos 4 anos de idade, "no meu Livro: Exórdios: A Origem do Silêncio, faz uma bela homenagem a ele" Diz o autor.

Começou a escrever profissionalmente, enviando obras para concursos literários em 2011, justamente o ano em que começou o curso de Letras. O universo literário sempre o encantou. Quando era criança, se destacava na criação de diversos textos, principalmente poesias, pois gostava de rimar as palavras. 

Quando falou para seu pai que iria cursar Letras ele disse: "Você vai ganhar mal e apanhar de aluno", mas seu sonho era maior do que o medo. Quando ganhou pela segunda vez o Prêmio de Literatura de São Francisco Xavier, no ano de 2014, seu pai entendeu a importância que a Literatura tem na sociedade, e se emocionou com o talento de seu filho.

Diego optou por ter sua formação em Letras para entender melhor o mundo literário, além de buscar a excelência na gramática e ortográfica. Mas foi trabalhando na biblioteca que este universo literalmente se abriu. Foi lá onde teve contato com outros escritores; participou de cursos voltados a literatura e teve muito apoio em publicar a sua primeira obra.

Veja como em pouquíssimos anos, Diego Sant'anna despontou com sua promissora carreira:
  • Em 2011 participou do Mapa Cultural Paulista na categoria poesia. 
  • Em 2013 teve diversas obras publicadas em antologias, ganhou vários concursos literários dentro e fora do Brasil e publicou sua primeira obra solo, titulada: MORTALITAS: Uma História De Amor E De Morte. 
  • Em 2014 foi escolhido para representar o Brasil na Feira Internacional do Livro de Belgrado/Sérvia. 
  • Em 2015  representou o Brasil no maior festival literário do mundo em Edimburgo/Escócia e publicou o livro: A Chave Para O Infinito. 
  • Em 2017 publicou seu segundo livro de poesias chamado: Exórdios: A Origem do Silêncio. Atualmente dirige a revista literária Belas Artes e trabalha na produção de um novo livro do gênero Fantasia.
  • Atualmente também é diretor do grupo editorial "Editorial Belas Artes" formado por jornalistas e escritores.


Mariane Helena

segunda-feira, 16 de abril de 2018

[O futuro da literatura] Geovani Martins


"Aprendi que a palavra não foi feita pra enfeitar, mas pra dizer."
Geovani Martins

O escritor carioca Geovani Martins, de 26 anos, lançou o seu primeiro livro pela Companhia das Letras. Reunindo 13 contos inéditos, O sol na cabeça retrata com um realismo impactante e crueza a vida dos jovens de comunidades do país, sem perder o foco na ação e com um domínio técnico raro. O escritor nasceu em Bangu, morou na Rocinha e vive atualmente no Vidigal. Seus contos se passam no Rio de Janeiro, mas falam de um Brasil que não se vê e que não sabe de si.

O autor conta que durante dois anos escreveu 12 dos 13 contos que estão no livro. “Trabalhava seis horas por dia, de segunda a sexta em uma máquina de escrever que ganhei da minha mãe. Na virada de 2015 para 2016, após reescrever diversas versões, o livro começou finalmente a ganhar forma”, relata. Geovani buscava criar histórias que dessem vida às várias vozes que, apesar de relacionadas a um mesmo universo, são bem diversas e contrastantes. O processo, no entanto, não foi fácil: “Fazer esse livro foi desesperador. Parei de estudar na oitava série e estava desempregado. Era uma mistura de desespero com falta de perspectiva. O sol na cabeça é todo pautado por essa claustrofobia”.

Revelado pela Flup, a Festa Literária das Periferias, o autor relata também a importância da iniciativa para apurar a própria escrita. “Sempre fui um leitor obcecado. Li quatro vezes Memórias póstumas de Brás Cubas para entender o ritmo, a estrutura do texto, a divisão dos parágrafos, mas foi também muito importante ouvir escritores experientes nos debates promovidos para um público que geralmente não tem acesso aos livros.”

A linguagem, quase falada, torna as histórias ainda mais viscerais e se aproxima do realismo sujo de Rubem Fonseca. Antes mesmo de sair no Brasil, o livro já encontrou entusiastas no exterior e teve os direitos adquiridos por nove países. Nos Estados Unidos, será publicado pela prestigiosa editora Farrar, Straus & Giroux e na França pela Gallimard, igualmente reconhecida por sua tradição literária. No Reino Unido, a obra será publicada pela Faber & Faber e, na Itália, pela Mondadori. Na Espanha, sairá pelo tradicional selo literário Alfaguara, enquanto a edição portuguesa foi fechada com a Companhia das Letras de Portugal. Na Holanda, caberá à editora Atlas Contact o lançamento e, na China, à Penguin Random House. Já na Alemanha, a publicação ficou a cargo da editora Suhrkamp, que adquiriu também os direitos do romance recém-iniciado por Geovani e previsto para 2020.

“Geovani Martins tem talento e sensibilidade extraordinários que lhe conferem versatilidade para diferentes tipos de narrativas, desde as mais minimalistas e intimistas, como em ‘O caso da borboleta’ e a perfeita ‘Espiral de ilusão’, até aquelas que podem ser lidas como um roteiro do Tarantino, é o caso de ‘A história do periquito e do macaco’ e ‘Travessia’.”, escreveu o editor alemão Frank Wegner em seu parecer sobre o livro. “Da nova safra de autores brasileiros, ele é o mais interessante que tive a oportunidade de ler em muito, mas muito tempo. Geovani reúne todas as qualidades que se pode esperar: o talento que utiliza para expor a vida no Brasil dos dias de hoje – nas favelas do Rio, mas não só – diante dos nossos olhos de um jeito fascinante, cheio de personalidade e imaginação.”, acrescentou o editor alemão. 

Os elogios no exterior foram unânimes. Para Pilar Reyes e Pilar Álvarez, editoras da Alfaguara Espanha, O sol na cabeça é um livro “emocionante, cheio de vida e altamente sugestivo”. Clara Capitão, da Companhia das Letras em Portugal, afirmou que o autor reúne o ritmo contemporâneo e a agilidade narrativa de Irvine Welsh ao realismo tradicional de Jorge Amado na maneira de contar histórias.

Geovani Martins costuma brincar que é um profeta. Quando enviou um conto para o concurso promovido por uma biblioteca, ele comentou com Erica, sua namorada, que a bicicleta prometida como prêmio seria sua - e foi. Depois, faturou um Kindle. Até que, no ano passado, anunciou aos familiares e amigos que escreveria um livro que, publicado, encantaria críticos e público. Os primeiros já estão boquiabertos com O Sol na Cabeça, seleção de 13 contos que a Companhia das Letras lança neste fim de semana com uma tiragem digna de um promissor campeão de vendas (10 mil exemplares).

O entusiasmo da editora não é exagerado - antes mesmo de chegar às livrarias brasileiras, a obra já foi negociada para oito países (a China fechou contrato no ultimo dia 27). "Tenho certeza que Geovani vai figurar na lista dos grandes lançamentos do ano de diversos países", aposta o editor Luiz Schwarcz, da Companhia. 


Mariane Helena

terça-feira, 19 de setembro de 2017

[Biografias - O futuro da literatura] Escritor Robson Lima


Da poesia à própria compreensão




Quando passei a me interessar e não mais me preocupar pelas coisas
senti-me como aquele que dispensa a lanterna, quando vê o sol nascer
(Robson Lima)



Hoje conheceremos um pouco do autor  Robson Lima Ferreira Da Silva. Nascido em 19 de novembro de 1973 na cidade de São Jose dos Campos. É o 5º filho de sete irmãos, o caçula dos homens. Sempre estudou em escola publica da mesma cidade do interior de São Paulo, onde reside ate hoje.

É escritor e também trabalha na área administrativa de uma empresa de importação. Casado a 16 anos tem duas filhas. 

Escreve desde os sete anos, desde  que se alfabetizou.  Escrevia de tudo! Começou a escrever diários, criar personagens. Algo o impulsionava a escrever!  Aprendeu a se conhecer lendo filosofia e teve uma direção artística ouvindo Raul seixas. Tornando se naturalmente um percussor das artes através das palavras.


Passou a publicar seu universo de escritos esse ano, através das redes sociais, onde faz um sucesso fenomenal principalmente pelos poemas que escreve com uma repercussão nacional. Tem hoje seu maior meio de divulgação através do facebook.

 Por intermédio do mesmo foi convidado a participar da antologia: palavras e versos 2017 da Uny editora, (sendo assim seu primeiro livro publicado). Com projeto de participação em  outra antologia em 2017 e um livro solo para 2018.



Conheça mais sobre o autor Robson Lima e seus belíssimos poemas CLICANDO AQUI!


Mariane Helena

terça-feira, 5 de setembro de 2017

[O futuro da literatura] Stephanie Ribeiro

A FRANCA, FRACA E QUASE SILENCIADA: 
STEPHANIE RIBEIRO


"Uso a palavra para compor meus silêncios."
(Stephanie Ribeiro)


Negra, pobre, filha de uma mulher forte e corajosa, abandonada pelo esposo... E neta de uma mulher que vive o restos de seus dias escrevendo cartas para o esposo já falecido para aliviar a sua dor e sentir a presença do marido. Impossível ser uma mulher diferente! Stephanie é uma mulher curada através das palavras.

Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela PUC-Campinas. Foi monitora de Arquitetura no Brasil (2012). Em agosto de 2014 deu início a pesquisa de Iniciação Cientifica com orientação do docente Wilson Ribeiro Santos Junior, com o tema: Cada ponto tem um conto: Manifestações urbanas de matrizes africanas nos espaços urbanos da cidade de Campinas. Em 2015 foi homenageada com a Medalha Theodosina Ribeiro, por suas ações nos campos de relações raciais e de gênero. É TED Talker no TEDxSão Paulo e TEDxGoogle (2016). Escreve para o Huffpost Brasil, Capitolina e Modefica. Já teve textos publicados no Jornalistas Livres, site da revista Marie Claire, MdeMulher, site da revista TPM, e Blogueiras Negras. E co fundadora do AFRONTA e da Imprensa Feminista.

aos 24 anos, é uma das militantes mais ativas do feminismo negro na internet. Mas, segundo o facebook, stephanie não é uma boa menina: ela está um mês de castigo, seu perfil bloqueado. não pode fazer posts: só reproduzir fotos do instagram e usar o bate-papo. Seu crime: racismo. Isso mesmo: uma das principais vozes do feminismo negro na internet brasileira foi silenciada por acusação de racismo. contra mulheres brancas!

Por ter escrito sobre a solidão das mulheres negras. Por ter escrito sobre o fenômeno da chamada “palmitagem”, ou seja, o fato de homens negros muitas vezes saírem ou namorarem com mulheres mais brancas, e assim sucessivamente, até que, na dança das cadeiras do mercado matrimonial brasileiro, quem acaba sobrando são sempre as mulheres negras, duplamente oprimidas, por serem mulheres e por serem negras.

Enfim, nada de novo no front da internet brasileira. Stephanie postou que vai aproveitar o mês de castigo para descansar. e faz bem. Eu discordo da stephanie em algumas coisas, concordo na imensa maioria, mas, concordando ou discordando da militância da stephanie, estamos todas no mesmo lado: racista ela não é. Racistas são as pessoas contra quem ela luta.

Atualmente foi convida para ser colunista na Marie Claire, uma das maiores revistas do país, talvez a de maior relevância entre o publico feminino. E também convidada por uma das maiores editoras do país para publicar o seu primeiro livro. Com um talento inegável e inquestionável, impossivel não dizer que Stephanie Ribeiro faz parte do nosso contexto literário nacional, logo do Futuro da Literatura.



Mariane Helena

terça-feira, 22 de agosto de 2017

[Biografias - O futuro da literatura] Escritor Braga Barros


Como poeta: Um professor!




A mesa do poeta
Contém o mundo.
(Braga Barros)

José Antônio Braga Barros, mineiro, poeta, notícias, editor, cronista, professor, diretor de escola, pai e avô. Apesar de toda a destreza nessas múltiplas funções e estilos literários, sabe que sua arte é a poesia! Amável, gentil nas palavras e nos gestos... Com seu jeito simples e sempre sorridente marcou (sem sombra de dúvidas) a vida de muitos alunos como eu, que hoje segue os passos do professor que tanto nos encantou. 

Não diferente, os seus filhos como o pai também se tornaram professores. É inegável o poder de atração e influências que suas palavras têm. Pra mim, ainda é algo mágico o que sua sensibilidade é capaz de proporcionar a nós leitores. Com seu dom e habilidade pinta sorrisos e transformações. A matéria era geografia, mas aprendi muito mais sobre as artes, sobre delicadeza, sobre poesia... sobre a vida! Aprendi o que é ser referência, com tanta responsabilidade e humildade, que tratava cada um como uma preciosidade, como um poema.

Natural de Paraisópolis/MG, iniciou sua carreira de professor lá mesmo. Logo, se transferiu para São José dos Campos/SP onde trabalhou até sua aposentadoria. Podemos dizer que foram mais de 30 anos dedicados à educação, logo, dedicados ao outro, dedicados à comunidade!

Veja como o autor defini sua vida: “1955. Prematuro chegou à Paraisópolis, MG. Com três anos de idade começou a usar óculos. Sempre foi ruim de bola, mas treinava com seus amigos. Não era bom de briga, algumas vezes apanhou na rua. Pela ordem queimou a cabeça de seu irmão, quebrou o nariz de sua irmã, jogou a outra pela janela. Aprendeu a ler e a escrever antes de entrar na escola. Depois que entrou na escola nunca mais saiu, até hoje. Foi aluno, professor diretor, facilitador. Mudou poucas vezes de endereço. Ainda conserva seus discos de vinil, seus livros e fotos. Gosta de conhecer lugares diferentes e de sempre voltar para sua terra natal. Gosta de poesia, de jornal, tinta, papel, cola. Sueli, Felipe e Francisco são razões de sua vida. Zé do Jayme e Neuza Regina, os grandes exemplos.” (Braga Barros)

Foi professor, diretor de escola, teve uma passagem pela Secretaria Municipal de Educação e pela Secretaria Municipal de Saúde em São José dos Campos. E ainda depois de aposentado, foi Secretário Municipal de Educação em Paraisópolis, por um ano. Mas não parou por ai, formado também em jornalismo foi editor por anos do Jornal O vento. Deixando claro que sua aptidão com as palavras e o amor por elas nunca foi deixado de lado, sempre caminhou passo a passo com sua vida pessoal e sua vida como educador.

Tanto que em 25 anos publicou 10 livros! Construindo assim uma carreira literária bem sucedida e cheia de premiações e honrarias. Conheça as principais:

  • ·         Prêmios: Talento de Paraisópolis, Clube Recreativo por ocasião do lançamento de meu primeiro livro em 1984.
  • ·         Brasão de São José dos Campos. Recebido na Câmara Municipal de São José dos Campos, como reconhecimento pelos bons trabalhos realizados em prol da Educação, ano 2000.
  • ·         Prêmio Aldo Papone - Viagem à Alemanha, no Programa "Aprendiz de Turismo" ´AVT - Brasil onde reptresentou o Brasil na Conferência Internacional de Turismo - GTTP , Bad Homburg, Germany, Novembro  de 2005.
  • ·        Embaixador do Município de São José dos Campos, pelo Decreto Nº 11.922/05, de 11 de Novembro de 2005,
  • ·         É acadêmico da Academia de Letras de São José dos Campos desde a sua reinauguração, ocupando a cadeira nº 10 que tem como patrono o Poeta Manuel de Barros.


Saiba mais através dos cantos abaixo:



Mariane Helena

terça-feira, 8 de agosto de 2017

[Biografias - O futuro da literatura] Escritor Davyd Vinicius


A visão do poeta




Sua visão se tornará clara somente quando 
você olhar para dentro do seu coração. 
Quem olha para fora, sonha. 
Quem olha para dentro, acorda.
(Carl Jung)



Ele é poeta, blogueiro e ator! Curitibano das letras, é extremamente visionário e criativo. Até onde sua visão o possibilitou ir ele foi, e quando a sua visão o impossibilitou, ele voou! Conta com a ajuda das tecnologias para permanecer escrevendo e formentando a literatura e principalmente novos escritores.

Em 1995 nasceu. E o seu impeto de cooperar, seu instinto de comunidade se revelou desde a tenra idade. Já foi voluntário mirim no hospital Pequeno Príncipe e atualmente faz parte de dois projetos de grande relevância: o projeto "Ver Com As Mãos" e projeto “Cães Guias (IFC/Camboriu)”. Com apenas 22 anos já é membro da Acadêmia Virtual de Letras, como confrade ocupa a cadeira número 01.

Seu encontro com os versos começou em 2012. Veja o que ele fala sobre o inicio de sua carreira:

"Comecei a escrever aos 17 anos quando o destino me deu uma nova forma de enxergar a vida. Foi através das palavras que encontrei uma forma de manter-me em contato com o mundo e comigo mesmo, desvendando os mistérios de meu coração e descobrindo o meu verdadeiro eu."

Não fazia ideia de como esse seu encontro abriria portas para tantos outros .

Em 2014, sentindo a carência de sites e blogs que divulgassem o trabalho de novos escritores de forma gratuita, o escritor criou o blog "Faroeste Literário" que a princípio apenas abrigaria textos autorais e de amigos mais próximos, porém o blog começou a crescer e a ser procurado por outros escritores. Em 3 anos de existência já foi visualizado por mais de 80 mil pessoas! Um sucesso nacional que repercuti por vários outros países, o blog já divulgou milhares de iniciantes literários.

Também idealizou o projeto "Tinteiro de Pixels" e começou em 2015. Que consisti basicamente em criar conexões entre blogs, sites e outras mídias que fizessem a divulgação gratuita do trabalho desses escritores iniciantes. Com o apoio de diversos sites, blogs e revistas nacionais e internacionais que fizeram a divulgação de livros e poemas, trazendo assim visibilidade para o trabalho de escritores pouco vistos.

Mesmo empreendendo inúmeros esforços para promover seus pares, no seu 5º ano de carreira, já coleciona participações em Antologias. Sendo elas: "Antologia - Entre Contos"; "Antologia - Poetas no Divã"; "Antologias - Dedos que Leem” e  "Antologia - Mãos aos Versos". Porém projeta publicar o seu primeiro livro de poesias, intitulado "Sobre Fragmentos". 


Saiba mais sobre vida e obra desse escritor através dos contatos abaixo:

Mariane Helena