terça-feira, 3 de janeiro de 2017

[COLUNA DE FÉRIAS] Poema de invenção


Tudo o que invento,
vive!

O que invento é
fazejamento de encantar!

O que crio,
não tem o dom de fenecer!

O que canto,
é música de invenção!

Mas, perceba, tudo o que invento,
n(m) atura-se na criação.

Agora, descansa o amor
porque o dia tarda!

ALDO MORAES


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